Trabalhos 2018-19

Calendário do Mar – Fase 1

Escola Básica e Secundária de Canelas (Vila Nova de Gaia)

Escalão:  2º escalão (2º e 3º ciclos, Secundário e Superior)

Fotografia:

Descrição da imagem:
Escola: Escola Básica e Secundária de Canelas
Alunos:
Catarina Silva – 13 anos
Filipa Castro – 13 anos
Francisca Magalhães – 13 anos
Francisco Morais – 15 anos
Joana Vieira – 13 anos
Juliana Costa – 13 anos
Sandro Santos – 13 anos
Docentes:
Odete Melo
Rosário Castro
Informações relevantes sobre o processo:
Quando demos início ao desenvolvimento do projeto “Calendário do Mar”, começamos por pensar em filmes ou documentários que nos pudessem inspirar em termos de imagens. De todos os que vimos, selecionámos o documentário “Blue Planet II” da BBC, pela riqueza de informação e imagem e pela sua importância na sensibilização para os problemas que os ecossistemas marinhos enfrentam atualmente.
Depois de selecionarmos algumas imagens, imprimimo-las em A3 para vermos se ficavam bem. De seguida, escolhemos uma imagem com morsas e, durante alguns dias, juntamos papel (folhetos, embalagens, sobras, sacas de compras de papel, etc.) com as cores necessárias para fazer as colagens. Depois, elaboramos o desenho numa folha branca e começamos a fazer as colagens.
Para o mar, decidimos fazer um pequeno molde ondulado para transmitir a ideia de movimento da água. Este foi replicado utilizando sobras de papéis e embalagens. O gelo foi representado por papel branco de um saco de compras, que amarrotamos para dar a sensação de irregularidade do gelo.
Finalmente, visionamos atentamente o documentário para obtermos informações sobre os perigos que as morsas enfrentam actualmente, para escrevermos a frase que vai acompanhar esta imagem no calendário.
O problema retratado nesta imagem é a redução da superfície de gelo permanente no Ártico, provocada pelas alterações climáticas, que se acentua no verão e tem um forte impacto na vida selvagem. As morsas estão entre as espécies mais gravemente afectadas pois, com a diminuição do gelo, as fêmeas têm de ir para terra firme com as suas crias, o que origina um enorme conflito pelo território e aumenta a vulnerabilidade das crias aos ataques dos ursos polares.
Esta imagem das morsas pode representar um dos meses mais frios no hemisfério Norte (dezembro ou janeiro).
Frase alusiva à conservação dos recursos marinhos:
No Ártico, as alterações climáticas estão a provocar a diminuição do gelo permanente, fazendo com que as morsas fêmeas tenham de levar as suas crias para terra firme. Aqui, disputam ferozmente o território entre si e as suas crias ficam mais vulneráveis aos ataques de predadores, como o urso polar.